Após vários anos sem escrever... sabe aquela água fria que nos deixa inerte? Pois é, acontece com a gente e toda a vontade de falar, opinar, contribuir para a melhoria da educação, é tragado por uma avalanche de acontecimentos, que desbarranca e derruba o muro que protege o ego e no devaneio o apelo finito: pare o mundo que eu quero descer!.
Mas o mundo desgovernado não pára e no emergir dos sofrimentos mundano, uma luz começa a queimar no peito e revigora a massa inerte que começa a agir... escrever, escrever... não sei para quê, mas só o fato de pontos negros pulando na tela do computador, formando palavras, frases, que buscam sentidos e tentam expressar ideias colaborativas ou às vezes vãs...
Querido leitor, leitora, talvez eu mesma, aprecie as palavras, as ideias, pois está renascendo a vontade de fazer a diferença na vida de alguém. Ser professora, sim, com força pelo simples fato de que mudamos e somos mudados em nossas relações.
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