terça-feira, 18 de dezembro de 2012
O blog http://redesoljacarei.wordpress.com/ foi criado em Jacareí, como forma de promover ações de proteção à criança e ao adolescente da cidade. Parabéns aos idealizadores e participantes. Acredito que o trabalho em rede garante a eficiência e eficácia das ações governamentais e dos setores privados.
domingo, 16 de dezembro de 2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
Cursos Livres online... qualidade e validade.
Hoje fiz uma pesquisa sobre cursos online ou em EaD, a pedido de um colega professor, e achei que vale a pena colocar neste blog. Espero que seja útil à alguém.
A literatura sobre EaD caminha junto ao uso das NTICs e traz muitos questionamentos sobre a qualidade e a confiabilidade dos cursos propostos online. Sobre cursos livres não há normativas do MEC, porém todos devem atentar à legislação maior, coloco um site em que a instituição normatiza seus cursos e explica muito bem para seus cursistas: (ressalto que não tenho intenção nenhuma de divulgar esta instituição que é de qualificação profissional, mas achei muito interessante a preocupação dela em regulamentar outra instituição de cursos para garantir a qualidade que preza e sua parceria com faculdades para oferecer cursos de especialização e extensão, no caso, a Faculdade Santo Agostinho de Montes Claro/MG.
“Legislação EAD e Certificação UnicEAD
- Cursos Livres de Atualização Profissional e Qualificação Cultural -
Cursos livres não são cursos técnicos, nem profissionalizantes. Não são cursos de graduação, nem de especialização. Contudo, a UnicEAD oferece a seus cursistas materiais de qualidade com lastro científico, mediação didática especializada e critérios pedagógicos para avaliação de desempenho de seus alunos, como toda e qualquer instituição séria faz.
Embora os cursos livres sejam isentos de fiscalização e reconhecimento pelo MEC, nós da UnicEAD não dispensamos os critérios acadêmicos e didático-pedagógicos exigidos a qualquer outra modalidade de cursos, sejam eles "livres" ou não, presenciais ou à distância.
Os cursos Chafic.com.br e UnicEAD estão enquadrados na categoria de Cursos Livres e são destinados à qualificação e atualização de acadêmicos e profissionais de nivel superior.
Ao término do processo metodológico de avaliação recebem certificados emitidos pela UnicEAD - Unique Tutoria e Mediação Didática LTDA - CNPJ: 11.332.109/0001-42 em parceria com a ABMPDF.”
- Cursos Livres de Atualização Profissional e Qualificação Cultural -
Cursos livres não são cursos técnicos, nem profissionalizantes. Não são cursos de graduação, nem de especialização. Contudo, a UnicEAD oferece a seus cursistas materiais de qualidade com lastro científico, mediação didática especializada e critérios pedagógicos para avaliação de desempenho de seus alunos, como toda e qualquer instituição séria faz.
Embora os cursos livres sejam isentos de fiscalização e reconhecimento pelo MEC, nós da UnicEAD não dispensamos os critérios acadêmicos e didático-pedagógicos exigidos a qualquer outra modalidade de cursos, sejam eles "livres" ou não, presenciais ou à distância.
Os cursos Chafic.com.br e UnicEAD estão enquadrados na categoria de Cursos Livres e são destinados à qualificação e atualização de acadêmicos e profissionais de nivel superior.
Ao término do processo metodológico de avaliação recebem certificados emitidos pela UnicEAD - Unique Tutoria e Mediação Didática LTDA - CNPJ: 11.332.109/0001-42 em parceria com a ABMPDF.”
Voltando ao assunto, encontramos no ambiente virtual alguns sites de instituições que promovem cursos e se responsabilizam por eles e outros que são apenas hospedeiros de cursos. A Constituição garante que o conhecimento seja difundido de forma democrática e a EaD, devido aos avanços das tecnologias mais precisamente da Internet e de suas ferramentas, oferece um campo vasto para que isso aconteça. Acredito que diante destes novos paradigmas de ensino e de aprendizagem, há a necessidade de redimensionar os critérios usados pelos sistemas de ensino, quanto à aceitação dos cursos online.
Ressalto ainda: quando se trata da modalidade presencial (os cursos tradicionais) nós professores já sabemos diferenciar um curso de boa e o de má qualidade, sabemos que é possível receber um certificado de carga maior, frequentando apenas algumas horas, não é? Mas, como os sistemas de ensino também dominam este campo, criam critérios e mecanismos para evitar fraudes e garantir a confiabilidade dos certificados apresentados.
Já sobre os cursos online, acho maravilhosa a existência de muitos cursos e inclusive o seu oferecimento por pessoas que não são necessariamente professores, pois muitas pessoas procuram cursos e informações online para aprender e atender uma necessidade emergente e não para apresentar em processos seletivos e classificatórios. Um exemplo legal é da minha manicure que fez curso de desenho artístico em unhas, pela Internet, e atua muito bem. Nós, professores “imigrantes” neste mundo virtual, teremos que aprender a lidar com as armadilhas e peripécias deste ambiente e os sistemas de ensino e redes deverão se preparar para administrar neste ambiente.
Enfim, considerando o panorama atual, nós professores devemos ficar atentos e avaliarmos os cursos antes de fazer a inscrição. Consultar a ABED não garante muita coisa, pois a organização também não se responsabiliza pela qualidade dos cursos ofertados. Acredito que para o professor avaliar o site e parte do curso pretendido, aí sim a ABED oferece um serviço interessante: você pode realmente confirmar se o site faz parte de uma instituição intitulada colaboradora ou associada; se o curso está no rol dos cursos cadastrados pelas instituições; o currículo do professor ministrante e tutores (isto é muito importante); se o curso dá apoio ao aprendizado; se oferece uma avaliação processual sistemática; e outros.
Quanto à normatização específica de cada sistema ou rede (estadual e municipal) ainda não fiz pesquisa, mas a literatura indica a criação de núcleos de profissionais que tenham competência para avaliar os cursos online e criar critérios para sua aceitação. Um Conselho Municipal de Educação, com função deliberativa, ajudaria muito na construção desse processo normativo.
Reafirmando, com relação aos cursos livres, eles podem ser oferecidos por qualquer instituição (de ensino ou não), pessoa, grupos étnicos, religiosos e outras representações sociais e estão embasados na constituição – onde fala sobre a colaboração da sociedade no processo educativo brasileiro (formal e informal).
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Educação pra quê?
Hoje quero falar sobre Educação.
Educação para quê?
Lembro-me que fui falar sobre o
PME – Plano Municipal de Educação - numa emissora de rádio local e o
entrevistador perguntou-me qual era a importância do plano. Dissertei sobre a
importância do planejamento para atingir metas e que Jacareí teria muito a
ganhar com um bom planejamento, que abordasse todos os níveis de ensino. Não
satisfeito com minha resposta voltou a perguntar o que o povo ganharia com este
plano. Respondi, com muito entusiasmo, que o plano era uma forma de administração
democrática e havia sido construído com a participação de todos os professores
da rede, constando em ata todas as participações e isto em si já era um grande
ganho para sociedade. Porém percebi a insatisfação do meu interlocutor e não
fiquei surpresa quando me perguntou: o que o povo ganha de fato? Fiquei decepcionada com a pergunta, porque demonstrou
que o “ganho” não estava sendo percebido por ele e, com certeza pela maioria
dos ouvintes. Talvez pelo resquício de gestões autoritárias e pela própria
cultura mercadológica, não conseguia perceber o “ganho”.
Acredito que a gestão autoritária
condiciona os indivíduos a uma situação de dependência e de recebedores de
favores e cuidados. Nesta perspectiva os indivíduos abdicam seu direito de
pertencimento e de poder “fazer junto”, de cidadão, para ser um fiscalizador,
cobrador de favores e serviços e de merecedores de cuidados. Realmente, a
Educação não produz um produto visível, não é uma coisa, algo concreto, que se
cheira, pega... mas sem ela é impossível viver de forma humanizada, pois é isto
que a Educação faz: ela nos humaniza, nos torna gente, nos possibilita vencer
desafios, a viver melhor, porque educação está em todo o lugar e em todos os
setores. Daí? Qual é o “ganho”? Educar para que os indivíduos se emancipem,
tornando autores e atores de fato e possam participar da construção de seus
espaços e colaborar para o bem comum.
Maria Eugênia G. Braga – Pedagoga
e Especialista em
Gestão Escolar.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
///////// Prof Domingos: O que define um dia letivo?
///////// Prof Domingos: O que define um dia letivo?: Agosto de 2009 Revista Nova Escola Renata Costa ( novaescola@atleitor.com.br ) É aquele previsto para a aula. Pela LDB, as escolas devem ...
quarta-feira, 20 de junho de 2012
RIO+20 OU RIO-20?
Lendo algumas notícias, me veio à memória a parábola da Assembleia dos Ratos. Resumindo e também fazendo algumas adaptações pertinentes, fica assim:
De tanto sofrerem ataques de um gato, reuniram-se os ratos para discutirem como resolver os problemas que surgiam, de toda ordem social, na comunidade ratense.
O indicador mais agravante levantado dos problemas estava relacionado às queixas das ratazanas que diziam não poder levar seus ratinhos para tomar banho de sol e brincar no jardim, realizando exercícios da vida ratícia, pois o cheiro do bichano indicava perigo iminente, assustando os pequenos, afetando a aprendizagem da cidadania ratense, aumentando a violência, a intolerância, o preconceito, o egoísmo, o individualismo e outros valores que afetam o bem estar de todos.
Enfim, a extinção daquela comunidade estava acelerada e precisavam fazer alguma coisa. Na Assembléia, discutiram sobre como resolver todas as questões: de Saúde, Educação, Segurança..., mas as sugestões eram muito polêmicas e a Assembléia se prolongava e nada era decidido. De repente, um ratinho pensador, pertencente à cúpula dos líderes, levantou a mão e deu sua sugestão: - que tal amarrarmos um sino no pescoço do gato, assim quando ele estiver se aproximando teremos tempo para tomar as providências indicadas nesta Assembleia. Todos acharam excelente idéia... mas um ratinho do povo rato, atento e pensando lá com seus botões, falou sem querer - ou temia falar -, ou melhor dizendo: “pensou em voz baixa”. Não é que um rato político ouviu e gritou: - quem vai amarrar o sino no pescoço do gato??? Silêncio... Querida Presidenta Dilma Rousseff e demais dirigentes deste nosso Brasil Varonil, quem vai amarrar o sino no pescoço do gato?
Maria Eugênia Gonçalves Braga - Especialista em Educação e Jornalista da Revista Trânsito Aberto - Jacareí/São Paulo
quinta-feira, 7 de junho de 2012
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